Pois é, depois de uma conversa com o Carlos, a data para o Post abaixo passou para 20 de Fevereiro, dê lá por onde der esta data já não se altera.
Desculpem.
terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
Novas sessões de Cinema com o Professor Carlos Costa na Dª Elisa
Pois é, vai mesmo avançar. Passado algum tempo desde a última sessão, vamos agora tentar fazer uma nova sessão com os suspeitos do costume, obviamente sem a presença física do nosso amigos Roberto, mas com uma imensa vontade do nosso amigo Carlos (http://inteligenciavisual.blogspot.com/) em nos dar mais 3 horas de Leitura e análise de imagem.
A data agora, é definitiva, passou para 20 de Fevereiro (antes era 30 de Janeiro), até dia 15 de Fevereiro pedia a confirmação, e os filmes a votação para serem apresentados são os seguintes:
Splendor in the Grass/Esplendor na Relva de William Inge (1961)
Harold and Maud/Ensina-me a Viver de Hal Ashby (1971)
Happiness de Todd Solondz (1998)
Passem a mensagem ao amigos
Se houver alguma alteração de data será aqui comunicado.
A data agora, é definitiva, passou para 20 de Fevereiro (antes era 30 de Janeiro), até dia 15 de Fevereiro pedia a confirmação, e os filmes a votação para serem apresentados são os seguintes:
Splendor in the Grass/Esplendor na Relva de William Inge (1961)
Harold and Maud/Ensina-me a Viver de Hal Ashby (1971)
Happiness de Todd Solondz (1998)
Passem a mensagem ao amigos
Se houver alguma alteração de data será aqui comunicado.
quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009
domingo, 15 de Novembro de 2009
O Livro
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
terça-feira, 25 de Agosto de 2009
Emigrantes
Esta coisa dos aviões, da CEE, do desenvolvimento, da globalização da abertura de fronteiras do final do fascismo criou um novo tipo de emigração, o da malta que vai aprender mais, (felizmente todos eles vão) na esperança de melhores futuros académicos e laborais e também por curiosidade de experimentar outras culturas (sacar gajas). Isto traz-me um problema que para mim é grave, amigos vão para longe e acabam por não voltar definitivamente, alguns voltam (felizmente) mas alguns ficam por lá ou acolá. Escrevo isto porque sou um gajo que pareço uma "gaja" (apenas nos sentimentos, porque todos sabemos que elas não têm amigos (as)) com os amigos, fazem-me falta todos porque todos fazem parte de mim.
Um abraço aos que estão fora e aos que vão e que quando por lá estiverem vejam este post nas alturas de "saudade" (essa palavra portuguesa), para se lembrarem que deixam cá qualquer coisa.
À malta que por cá vai ficando como eu, ainda bem que ficam pois fazem muita falta.
Um abraço aos que estão fora e aos que vão e que quando por lá estiverem vejam este post nas alturas de "saudade" (essa palavra portuguesa), para se lembrarem que deixam cá qualquer coisa.
À malta que por cá vai ficando como eu, ainda bem que ficam pois fazem muita falta.
terça-feira, 30 de Junho de 2009
Pessoas
Ele há dias que não se pode sair de casa e tudo por causa de pessoas.
Ontem à hora do almoço, telefona-me uma pessoa que está a fazer um trabalho para sonda, dizendo que tem o material pronto - material esse que é o seu trabalho, é para isso que está a ser pago - mas com mau tom de voz, antipático, arrogante e no final do discurso cínico, reagindo como se me estivesse a fazer um favor. Filho da puta* estragou-me a hora do almoço, sorte que não o tinha pago, mas nem isso me fez esquecer a atitude, saí de lá com vontade de ir ter com ele e de o mandar para o caralho*. Acho que ainda vou a tempo! Meti-me no carro e resolvi acalmar, meto um clássico descontraio e junto ao hospital Santa Maria, parados no semáforo que acaba de abrir, alguém apita - quase nem dei por isso mas ... - passamos o sinal e o rapaz que ia à minha frente começa a esbracejar e faz uma manobra brusca metendo-se a jeito de eu o passar, coisa que naturalmente fiz, abre o vidro e começa a gritar para mim a perguntar - Qual é a pressa pá? - ao qual respondi que não tinha sido eu, mas nem assim ele se calou e lá seguiu ele a falar sósinho e eu fodido* por não ter cabedal para lhe ir aos cornos.
Começo a irritar-me com pouco e creio que não é bom sinal! Um dia destes ainda levo no focinho!
* peço desculpa pelos palavrões mas creio que eles foram criados para usar nestas alturas
Ontem à hora do almoço, telefona-me uma pessoa que está a fazer um trabalho para sonda, dizendo que tem o material pronto - material esse que é o seu trabalho, é para isso que está a ser pago - mas com mau tom de voz, antipático, arrogante e no final do discurso cínico, reagindo como se me estivesse a fazer um favor. Filho da puta* estragou-me a hora do almoço, sorte que não o tinha pago, mas nem isso me fez esquecer a atitude, saí de lá com vontade de ir ter com ele e de o mandar para o caralho*. Acho que ainda vou a tempo! Meti-me no carro e resolvi acalmar, meto um clássico descontraio e junto ao hospital Santa Maria, parados no semáforo que acaba de abrir, alguém apita - quase nem dei por isso mas ... - passamos o sinal e o rapaz que ia à minha frente começa a esbracejar e faz uma manobra brusca metendo-se a jeito de eu o passar, coisa que naturalmente fiz, abre o vidro e começa a gritar para mim a perguntar - Qual é a pressa pá? - ao qual respondi que não tinha sido eu, mas nem assim ele se calou e lá seguiu ele a falar sósinho e eu fodido* por não ter cabedal para lhe ir aos cornos.
Começo a irritar-me com pouco e creio que não é bom sinal! Um dia destes ainda levo no focinho!
* peço desculpa pelos palavrões mas creio que eles foram criados para usar nestas alturas
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